Agrupamento de Escolas Prof Armando de Lucena
Biblioteca Escolar Professor Armando de Lucena
19
Nov 14

A equipa da Biblioteca Escolar quer saber a tua opinião para poder conhecer as tuas necessidades e, em consequência, servir-te melhor.

O questionário que te pedimos que preenchas é anónimo e tomará apenas alguns minutos do teu tempo. Por favor, responde a todas as questões e no final clica em enviar.

 

Para acederes ao questionário, clica na imagem abaixo:

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publicado por crebiblucena às 18:16
19
Nov 14

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Foi ontem apurada e publicada a lista dos 20 melhores vídeos (semifinalistas) do concurso "Dá Voz à Letra" promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian - Língua e Cultura Portuguesas) com o objetivo de encontrar, entre estudantes dos 13 aos 17 anos de escolas públicas e privadas da Área Metropolitana de Lisboa, o melhor leitor ou leitora em voz alta. As próximas fases decorrerão a 29 de novembro de 2014 e 7 de fevereiro de 2015 para apuramento e eleição dos três melhores leitores ou leitoras. O vencedor ganha uma viagem a Londres; os outros dois concorrentes ganham um iPad.

Neste concurso participaram três alunos da nossa escola, que não foram apurados, mas que certamente terão dado um bom contributo para este desafio, defendendo as cores da nossa escola. Obrigado aos três pela participação.

 

publicado por crebiblucena às 10:29
14
Nov 14

Eça de Queirós é o nosso autor do mês de novembro.

Para ficares a saber mais sobre a sua biografia, aconselhamos-te o documentário que se encontra na página da "RTP Ensina", da autoria de António Ruano.

Para veres basta clicares na imagem abaixo:

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publicado por crebiblucena às 23:56
11
Nov 14

A propósito desta data festiva, a prof. Filomena Parra, membro da equipa da Biblioteca e Voluntária de Leitura na nossa escola, leu com os dois alunos que acompanha no projeto "Voluntários de Leitura" a lenda de S. Martinho e a "Maria Castanha" e ajudou-os a interpretar e a saber mais. No final, os mesmos divertiram-se a decorar o placard da BE com os trabalhos que realizaram.

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publicado por crebiblucena às 00:54
07
Nov 14

Passa pela BE e abre as janelas do nosso painel para descobrires mais algumas curiosidades sobre Eça de Queirós!

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publicado por crebiblucena às 23:17
06
Nov 14

Hoje foi dia de entrega de prémios aos vencedores dos concursos que decorreram na nossa biblioteca, no âmbito da comemoração da "Semana da Alimentação", e que divulgámos aqui.

 

As vencedoras do concurso de adivinhas são três simpáticas alunas do 5.º Ano:

Mariana Teodoro, n.º 22, 5.ºA

Sofia Clímaco, n.º 30, 5.ºA

Inês Ferreira, n.º 13, 5.ºC

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Os vencedores do concurso de provérbios são três simpáticos alunos do 9.º Ano: 

Liliana Correia, n.º 10, 9.ºC

Tiago Alves, n.º 21, 9.ºC

Verónica Lavric, n.º 22, 9.ºC

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 As vencedoras  do concurso de adivinhas receberam um livro (oferta da Porto Editora) e os vencedores do concurso de provérbios receberam uma t-shirt, uma pulseira e um crachá (oferta da Rede de Bibliotecas Escolares).

 

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 Parabéns aos vencedores...! A biblioteca espera-vos de livros abertos!

 

publicado por crebiblucena às 17:08
04
Nov 14

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José Maria de Eça de Queirós

 

 

Nasceu na Póvoa de Varzim no dia 25 de novembro de 1845 (séc. XIX) e faleceu em Paris no dia 16 de agosto de 1900 (séc. XIX). Tinha apenas 54 anos e sofria, há muitos anos, de graves problemas de estômago. Teve funeral de Estado e está sepultado no Cemitério dos Prazeres em Lisboa.

Teve seis irmãos, todos do mesmo pai e mãe.

Foi entregue, praticamente desde o nascimento, aos cuidados de uma ama brasileira, até ir para Aveiro, aos 4 anos, para casa dos avós paternos. Aí permaneceu até aos 10 anos (1885); por essa altura, foi internado no Colégio da Lapa, no Porto, de onde saiu em 1861, com 16 anos, para a Universidade de Coimbra, onde estudou Direito.

Após a conclusão do curso muda-se para Lisboa.

Profissões – advogado, jornalista, escritor (com destaque para o conto, o romance e a novela) e diplomata. Além disso, foi sempre um grande amante de viagens.

Os seus livros foram traduzidos em aproximadamente 20 línguas. Algumas delas são: alemão, búlgaro, castelhano, catalão, checo, eslovaco, francês, húngaro, inglês, islandês, italiano, japonês, polaco, romeno, russo e sueco.

  • 1866 -  parte para Évora, onde irá fundar e dirigir o jornal da oposição Distrito de Évora.
  • 1867 - regressa a Lisboa para retomar a sua colaboração na Gazeta de Portugal.
  • 1870 - Ingressa na Administração Pública, sendo nomeado administrador do concelho de Leiria. Durante a estadia nesta cidade escreve o seu primeiro romance de teor realista: O Crime do Padre Amaro.
  • Cônsul de Portugal em Havana (Cuba) 1872,onde permanece 2 anos -, Newcastle e Bristol (Inglaterra) e Paris (França).
  • 1873 - Viagem pelo Canadá, Estados Unidos e América Central.
  • 1874 - Parte para o consulado de Newcastle.
  • 1878 - Transferência para o consulado de Bristol.
  • 1886 - casa-se, aos 40 anos, com Emília de Castro Pamplona (da família dos condes de Resende) com quem tem 4 filhos: Alberto, António, José Maria e Maria.
  • 1888 - É nomeado cônsul em Paris.

 

Viagem importante

Aos 23 anos, juntamente com o seu amigo e futuro cunhado Luís de Castro, conde de Resende, Eça partiu para o Egipto em 23 de Outubro de 1869, para assistir à inauguração do Canal de Suez e regressou a Lisboa dia 3 de Janeiro de 1870. Do total de setenta e dois dias, treze foram despendidos na viagem de ida e outros dezasseis na viagem de regresso, o que deu aos viajantes quarenta e três dias para conhecerem o Egipto (Cairo), a Palestina (Jerusalém) e a Síria. A duração da viagem não foi muito longa, mas as memórias deixaram marcas importantes e foram úteis para a escrita de algumas obras. Nota: A sua adesão ao Orientalismo, então em voga, não passa apenas pelo Oriente próximo, mas também pelo Oriente longínquo, da China e do Japão. O Mandarim é disso um bom exemplo.

Ligação marcante

Eça nunca foi ao Brasil, mas, de uma ou outra forma, a sua vida esteve sempre ligada a este país:

- a sua ama;

- o seu avô refugiara-se no Rio de Janeiro aquando das lutas liberais;

- ali nasceu o seu pai em 1820, dois anos antes da Independência Brasileira;

- a família Queirós, de regresso a Portugal, trouxe um casal de criados pretos, Rosa e Mateus; foram estes que, mais tarde, acarinharam o pequeno José Maria, lhe cantaram cantigas de embalar e contaram histórias misteriosas do Sertão;

- colaboração com jornais brasileiros;

- amigos brasileiros que encontrou em Londres e Paris.

A sua morte foi extensamente falada e chorada no Brasil, tendo mesmo tido a honra de um monumento na cidade do Rio de Janeiro.

Características importantes do seu caráter e da sua escrita: espirituoso, feroz e anticlerical; possuía uma inigualável veia satírica e mordacidade, além de ser um hábil caricaturista. A sua ironia chega a ser cáustica, demolidora. Segundo Miguel de Unamuno, poucos souberam, como Eça, ensinar “a verdade de cada dia e a ilusão da eternidade”. Este autor renovou o português literário, impondo a Portugal (e também ao Brasil) um estilo que, de certa forma desprezando a riqueza lexical, optou por usar a língua corrente em Lisboa (inclusive no que se refere à sintaxe).

Curiosidades:

  • escrevia horas a fio, em pé, em frente a uma secretária. Era um processo longo, dado que Eça tinha a obsessão do estilo: primeiro fazia um plano da obra e só depois passava à sua execução. Escrevia de um jato, emendava pouco e pontuava mal. Por fim, passava a limpo, introduzindo inúmeras correções, até dar o trabalho como pronto.
  • O facto de não ter sido criado pelos pais, que só se casaram 4 anos após o seu nascimento, leva-o a dar a muitas das suas personagens um destino idêntico ao seu: não serem criadas pelos pais biológicos.

 

Obras mais conhecidas:

  • O Mistério da Estrada de Sintra (1870)
  • O Crime do Padre Amaro (1875)
  • A Tragédia da Rua das Flores (1877-78)
  • O Primo Basílio (1878)
  • O Mandarim (1880)
  • As Minas de Salomão (1885) (tradução)
  • A Relíquia (1887)
  • Os Maias (1888)
  • Uma Campanha Alegre (1890-91)
  • Correspondência de Fradique Mendes (1900)
  • A Ilustre Casa de Ramires (1900)
  • A Cidade e as Serras (1901, póstumo)
  • Contos (1902, póstumo)
  • Prosas Bárbaras (1903, póstumo)
  • Cartas de Inglaterra (1903, póstumo)
  • Ecos de Paris (1905, póstumo)
  • Cartas familiares e bilhetes de Paris (1907, póstumo)
  • Notas contemporâneas (1909, póstumo)
  • Últimas páginas (1912, póstumo)
  • A Capital (1925, póstumo)
  • O Conde de Abranhos (1925, póstumo)
  • Alves & Companhia (1925, póstumo)
  • Correspondência (1925, póstumo)

 

Informação

Podes visitar pessoalmente a Fundação Eça de Queirós ou fazer uma interessante visita virtual ao mundo deste autor. Esta fundação dispõe de uma biblioteca que conta com mais de 4.500 livros que pertenceram a Eça de Queirós e à família de Resende (família da mulher) e ainda exemplares sobre a vida e obra do escritor que têm sido publicados ao longo dos anos.

publicado por crebiblucena às 10:15
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