Agrupamento de Escolas Prof Armando de Lucena
Biblioteca Escolar Professor Armando de Lucena
28
Abr 15

No Dia Mundial do Livro, 23 de abril, as turmas do 5.º PCA, 6.º B e 6.º C tiveram o privilégio de fazer a "Oficina do Silêncio", dinamizada por Marina Palácio. Esta oficina foi promovida pela Biblioteca Escolar, em articulação com as professoras de Ciências Naturais (2.º CEB).

Marina Palácio é uma autora dinâmica e multifacetada (ilustradora, autora de banda desenhada, realizadora de cinema de animação...) e a oficina que realizou - apenas uma das dezasseis que tem disponíveis - foi um verdadeiro deleite para os olhos e para os sentidos.

Depois de se apresentarem, de modo bem original e criativo, os alunos puderam experimentar o silêncio e refletir sobre a sua importância na nossa vida diária. Estava assim aberto o caminho que os levaria a viajar até ao fundo do mar, a conhecer incríveis e belíssimas criaturas dos abismos, várias curiosidades, histórias, livros... até à experimentação de várias técnicas e materiais que estimularam a imaginação, a capacidade de abstração e favoreceram até a auto-estima e o auto-conceito.

As imagens falam por si, mas, se quiseres saber mais, podes visitar aqui a página da autora. E podes saber aqui o que, por exemplo, Maria do Rosário Pedreira já escreveu sobre a Marina e sobre as suas oficinas

Muito obrigada, Marina Palácio! Parabéns pelo seu trabalho e pelo modo bonito como se entrega à missão de levar a que os outros sejam mais felizes, com sabedoria, imaginação e tranquilidade...

 

publicado por crebiblucena às 23:34
28
Abr 15

É já no dia 30 que as turmas de 5.º Ano estarão com a autora Paula Ruivo para conhecerem o Hiroki!

 

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publicado por crebiblucena às 16:22
23
Abr 15

Hoje, 23 de abril, celebra-se o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor.

 

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Mensagem da Diretora-Geral da UNESCO, por ocasião do Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor 2015

 

«O Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor é uma oportunidade para reconhecer o poder dos livros na mudança das nossas vidas para melhor e para apoiar os livros e aqueles que os produzem.

Como símbolos globais de progresso social, os livros – aprendizagem e leitura – tornaram-se alvos para aqueles que denigrem a cultura e a educação, que rejeitam o diálogo e a tolerância. Nos últimos meses, temos visto ataques contra crianças nas escolas e a queima pública de livros. Neste contexto, o nosso dever é claro – devemos redobrar os esforços para promover o livro, a caneta, o computador, juntamente com todas as formas de leitura e de escrita, de modo a combater o analfabetismo e a pobreza, a construir sociedades sustentáveis, e a fortalecer as bases da paz.

A UNESCO tem liderado a luta contra o analfabetismo, a ser incluída como elemento fundamental nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável de 2015. A alfabetização é a porta para o conhecimento, essencial para a auto-estima e o empoderamento individuais. Os livros, em todas as formas, desempenham um papel essencial neste aspecto. Com 175 milhões de adolescentes no mundo – a maioria meninas e mulheres jovens – incapazes de ler uma única frase, a UNESCO está empenhada no domínio das tecnologias de informação e comunicação, em especial as tecnologias móveis, de forma a apoiar a alfabetização e a alcançar os excluídos com aprendizagem de qualidade.

Os livros são plataformas de valor incalculável para a liberdade de expressão e o livre fluxo de informação – estes são essenciais para todas as sociedades actuais. O futuro do livro como objeto cultural é inseparável do papel da cultura na promoção de vias mais inclusivas e sustentáveis ​​para o desenvolvimento. Através da suaConvenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, que celebra o seu 10º aniversário este ano, a UNESCO pretende promover a leitura entre os jovens e os grupos marginalizados. Estamos a trabalhar com a International Publishers Association, a International Booksellers’ Federation e a International Federation of Library Associations para apoiar as carreiras profissionais nas editoras, livrarias, bibliotecas e escolas.

Este é o espírito norteador de Incheon, na Coreia do Sul, que foi designada Capital Mundial do Livro 2015, em reconhecimento do seu programa para promover a leitura entre as pessoas e as camadas mais desfavorecidas da população. Esta designação entra em vigor no Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor e será comemorada com os participantes do ano anterior, Port Harcourt, na Nigéria.

Com Incheon e toda a comunidade internacional, vamos unir-nos para comemorar os livros como a personificação da criatividade, o desejo de compartilhar ideias e conhecimentos, para inspirar a compreensão, o diálogo e a tolerância. Esta é a mensagem da UNESCO sobre o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor

 

(Irina Bokova, Diretora-Geral da UNESCO, por ocasião do Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor 2015).

 

 

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publicado por crebiblucena às 14:10
22
Abr 15

Tal como tínhamos divulgado aqui, no dia 16 de abril, tivemos connosco a Eng.ª Marisa Ribeiro, da DECO, que, no âmbito do projeto Deco Jovem, dinamizou três sessões para as turmas de 3.º Ciclo. Esta atividade resultou de uma parceria entre a Biblioteca Escolar, o grupo de Geografia e o projeto Eco-Escolas.

Todas as sessões foram muito participadas e envolveram os alunos de uma forma interessante graças à metodologia utilizada: recorrendo ao telemóvel, os alunos participaram num questionário e as respostas eram conhecidas em tempo real, através da ferramenta poll everywhere. O questionário foi acompanhado por uma apresentação digital que alertava para o consumo desnecessário de energia, ou seja, o consumo de "energia fantasma" resultante de deixarmos alguns aparelhos em stand by e off-mode. Os alunos foram também levados a refletir sobre as consequências económicas e ambientais da energia fantasma.

Há que ter sempre em conta algumas regras de ouro para poupar energia, a carteira e o ambiente:

  • Ter em atenção a etiqueta energética quando adquirimos equipamentos;
  • Não abrir desnecessariamente a porta do frigorífico ou do forno elétrico;
  • Desligar as luzes que não estão a ser utilizadas;
  • Adequar a roupa à temperatura, antes de ligar aquecedores...

Para saber mais, visita a página da energia fantasma e vê este vídeo.

Muito obrigada, Eng.ª Marisa Ribeiro! Bem haja por tudo o que nos ensinou... 

 

 

publicado por crebiblucena às 00:18
17
Abr 15

 

 

A exposição sobre a Primeira Grande Guerra patente na Biblioteca Escolar, em parceria com o grupo disciplinar de História e o Museu Militar de Lisboa, ajuda-nos a perceber (se é que alguma vez perceberemos na totalidade) como a partir dum incidente menor - o atentado de Sarajevo – se gerou uma reação em cadeia que ninguém foi capaz de parar. Um século depois é importante não o esquecermos e por isso destacamos a importância de iniciativas como esta. De referir ainda que uma parte da exposição é dedicada à ação do Corpo Expedicionário Português (CEP).

O texto a seguir pretende desvendar um pouco sobre os “pequenos incidentes e equívocos” que levaram políticos e militares a não saber como evitar os horrores duma guerra em grande escala.

 

O mundo em chamas e a guerra que ninguém queria: à distância de cem anos o encadeamento de factos que levou à guerra (o assassinato do arquiduque Francisco Fernando, o ataque à França através da invasão e ocupação da Bélgica pela Alemanha e a política de Alianças)  parece inevitável. Mas terá sido mesmo assim?

O Kaiser Guilherme II, neto e sobrinho de monarcas britânicos, estava horrorizado com o cenário que se ia revelando ao perceber que violar a neutralidade da Bélgica mergulharia o Segundo Reich alemão (a segunda maior potência industrial e a maior potência militar terrestre do planeta) numa guerra em larga escala com o Reino Unido (a terceira maior potência industrial e a maior potência marítima). E uma guerra alargada ao Reino Unido iria durar anos e seria ruinosa para ambas as potências.

Por outro lado o marechal de campo Helmuth von Moltke disse ao Kaiser que o planeamento no qual se baseava a invasão da França (o plano Schlieffen, sobre o qual assentavam as operações ofensivas alemãs em caso de guerra na Europa e que consistia em atacar a França, através da Bélgica, e cercar o seu exército num movimento de foice por oeste e sul de Paris) era inflexível e não poderia ser alterado. Sabe-se hoje que estava errado e que o Estado-Maior alemão tinha previsto um plano de contingência caso fosse preciso alterar o eixo do ataque à França, evitando a invasão da Bélgica. O plano original poderia ter sido alterado, mas por estes e outros “pequenos pormenores” a Alemanha acabou arruinada. Globalmente os erros e omissões da liderança alemã abriram o caminho à revolução russa e, em última análise, à ascensão de Hitler.

 A invasão da Bélgica e a consequente ocupação dos seus portos representava, aparentemente, uma grave ameaça ao Reino Unido e foi uma das razões invocadas pelo primeiro lorde do Almirantado (W. Churchill) para defender a entrada do país na guerra; no entanto, Churchill não percebeu que a troca do carvão pelo fuel como combustível dos vasos de guerra britânicos e a ida da frota para Scapa Flow, a norte da Escócia, tornavam os portos belgas irrelevantes; estes acabaram por ser ocupados pela Alemanha, mas revelaram-se inúteis para a Marinha alemã e relativamente ao canal da Mancha não estavam mais bem posicionados do que os próprios portos alemães.

Em conclusão, os erros de Moltke e Churchill, em 1914, e o facto de nem o Kaiser alemão (que não era belicista) nem o primeiro-ministro britânico (H. Asquith) terem sido capazes de os questionar são lições esclarecedoras para os decisores políticos ocidentais no século XXI.

 

Fonte: Courrier Internacional, número 223, setembro 2014.

 

publicado por crebiblucena às 15:46
16
Abr 15

E, em abril, o placard do autor do mês ficou bem primaveril (até rima!):

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publicado por crebiblucena às 01:46
15
Abr 15

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Amanhã, todas as turmas de 3.º Ciclo irão ao auditório da Casa de Cultura da Malveira para assistirem a uma palestra, dinamizada pela DECO, sobre energia fantasma e como combatê-la.

Trata-se de uma campanha informativa, no âmbito do projeto "DECO Jovem", para sensibilizar os consumidores sobre os consumos stand-by/off-mode e outros desperdícios de energia e sobre comportamentos de consumo energético irresponsáveis e a escolha de equipamentos energeticamente menos eficientes.

Esta atividade é promovida pela Biblioteca Escolar, em articulação com as docentes de Geografia e com o Projeto Eco-Escolas, e o objetivo é alertar os alunos e sensibilizá-los para evitarem os consumos energéticos desnecessários, para contribuírem para a poupança familiar (na fatura da luz) e para protegerem o planeta.

Podes saber mais aqui. Se preferires, podes ler este folheto

publicado por crebiblucena às 23:17
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